| Identificador | M000020034258 |
|---|---|
| Tipo | Bibliográfico |
| Material | Catálogo de Exposição |
| ISBN | 9788531000553 |
| Título | Rubem Valentim |
| Subtítulo | construções afro-atlânticas |
| Autoria |
Oliva, Fernando
|
| Autoria/ | organização editorial Adriano Pedrosa, Fernando Oliva curadoria Fernando Oliva |
| Imprenta |
Local de publicação: São Paulo Editora: MASP Ano de publicação: 2018 Local de publicação: Brasil |
| Descritores de Assunto |
Candomblé
Arte e Religião Arte e Política Abstração geométrica |
| Descritores onomásticos | Valentim, Rubem, 1922-1991 |
| Descrição física |
Páginas: 288 páginas Ilustrações: ilustrações coloridas Dimensões: 20,5 x 27,5cm |
| Número de Chamada |
Notação de Autor: V155c Complemento: e. 1-2 |
| Nota bibliográfica | Inclui bibliografias |
| Nota biográfica ou histórica | Inclui dados biográficos do artista |
| Nota de conteúdo | Textos de: Abigail Lapin Dardashti / Artur Santoro / Bené Fonteles / Clarival do Prado Valladares / Frederico Morais / Giulio Carlo Argan / Hélio Menezes / Lilia Moritz Schwarcz / José Guilherme Merquior / Lisette Lagnado / Marcelo Mendes Chaves / Mário Pedrosa / Marta Mestre / Renata Bittencourt / Roberto Conduru / Roberto Pontual / Rubem Valentim |
| Nota de exposição | Catálogo da exposição, realizada em São Paulo, MASP, 14/11/2018 - 10/03/2019 |
| Nota da fonte de aquisição | Aquisição: Doação sem carta. Ano: 2018/11. |
| Resumo | Rubem Valentim: construções afro-atlânticas reproduz 99 obras do pintor, escultor e gravador Rubem Valentim (Salvador, 1922 – São paulo, 1991), figura fundamental da arte brasileira e das histórias afro-atlânticas no século 20. A partir dos anos 1950, valentim se apropria da linguagem da abstração geométrica para construir complexas composições que redesenham e reconfiguram símbolos, emblemas e referências afro-atlânticos. Nesse processo, o artista transforma linguagens de origem europeia que dominaram boa parte da produção de arte no brasil e no mundo nos anos 1950 e 1960 (a abstração geométrica, o construtivismo, o concretismo), submetendo-as a referências africanas, sobretudo através dos desenhos e diagramas que representam os orixás das religiões afro-brasileiras — como o machado duplo de Xangô, a flecha de Oxóssi e as hastes de Ossaim. Em seu famoso ‘Manifesto antropofágico’, de 1928, um texto primordial do modernismo brasileiro, Oswald de Andrade (1890-1954) propunha de forma poética um verdadeiro programa para o intelectual e o artista brasileiro: o de deglutir o legado cultural europeu para digeri-lo e construir, de maneira antropofágica, uma obra própria, híbrida, mesclando referências indígenas, africanas e europeias. Valentim é um dos artistas que, de maneira mais completa e ambiciosa levou a cabo o projeto antropofágico. Nesse processo, ele realiza uma das mais radicais operações na história da arte brasileira, submetendo um idioma europeu a uma linguagem afro-brasileira, numa contribuição efetivamente singular e potente, descolonizadora e antropofágica. |